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segunda-feira, 28 de julho de 2014

Palavra da Cruz 4
Int. Há muitos salmos de lamento na Bíblia, e a suam maioria foram escritos por poetas, homens cheios da presença de Deus que tinham muita habilidade com as palavras.

Grandes partes destes salmos foram escritos em momentos em que os próprios autores sentiam um aperto na alma, um nó na garganta, uma dor no estômago.
Nessas horas em que o chão parece fugir de debaixo do nosso pé e o teto do universo parece desabar sobre a nossa cabeça.
Muitas vezes sentimo-nos encurralados pelas circunstâncias, num beco sem saída, por isso nos identificamos tanto com o livro de salmos.
Porque muitas vezes não vemos uma luz no fim do túnel nem uma janela de escape. Gememos e choramos. Nessas noites escuras da alma, perguntamos cheios de angústia: "Até quando Senhor?" (Sl.6:3)
Mesmo que você não veja o sinal do favor de Deus ou mesmo que você não sinta seu cuidado, saiba, porém, Deus jamais desampara aqueles que nele esperam. Aquiete-se e saiba que ele é Deus e está no controle da sua vida! (Sl 46)

Mestre, não te importa que pereçamos?"(Mc. 4:38).
Foi a indagação dos seus discípulos apavoradas pela violenta tempestade que enfrentavam.
As ondas agitadas, o vento enfurecido, o barco enchendo-se de água a ponto de quase  afundar  em meia a águas revoltas.
A quarta palavra de Jesus na cruz foi de muita angustia.

C.M. Palavra de Angústia – “Eli, Eli, lemá sabactâni, que quer dizer: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Mt 27:46). Este brado de abandono ocorreu no meio das trevas. É ele que nos faz penetrar no mistério do Deus sofredor. O texto sagrado nos diz que, por um ato divino sobrenatural, o sol se escondeu e, durante três horas, as trevas cobriram a terra. Naquelas horas de trevas, Jesus se tornou legalmente culpado por todos os nossos pecados. Pense nisso: legalmente culpado de imoralidade sexual, de impureza e libertinagem, de abuso de menores, de pedofilia, de adultério, de idolatria e feitiçaria, de ódio, de discórdias, de ciúmes, de ira, de egoísmo e inveja, de alcoolismo, de assassinato, de ganância e de coisas semelhantes. Podemos verificar que, de todos os registros de sua vida e ministério, somente neste momento Jesus se refere ao Pai como “Deus”. A mudança de tratamento demonstra a quebra de comunhão entre o Pai e o Filho, e essa era a razão de sua angústia. O abandono do Pai era o gole mais amargo do cálice que Jesus decidiu beber. O clamor de Jesus ecoa pelo universo, e Deus permanece em silêncio. Por quê? O abandono é necessário porque a santidade Deus não poderia conviver com os pecados do mundo, que agora estavam sobre os ombros de Jesus. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos. Isaías 53:6
Era necessário pagar o preço pelo pecado, Jesus não retrocedeu, não abriu mão de mim e de você, assumiu toda nossa culpa e pagou um preço muito caro.
-O pecado nos afasta de Deus. Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça. Isaías 59:2.
Este afastamento da presença de Deus produz sofrimento, leva a pessoa viver na derrota, angustia, depressão, num lar destruído, uma vida miserável e etc.
Jesus veio para nos aproximar de Deus novamente e nos dar o alivio necessário para uma vida feliz. Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Mateus 11:28

C. O preço foi pago e foi nos dado a oportunidade de viver uma vida com Deus que é incomparavelmente melhor do tudo.

Decida hoje viver com Jesus!

Deus abençoe sua vida!

PAstor Luciano Silveira

PALAVRA DE VIDA